Boa Madrugada!
A partir de agora voce esta embarcando na sua propria historia. Boa viagem!
5 de Setembro de 2010
Coty
Código: 12.070
Ano: 1929
Categoria:
Beleza, cosméticos e perfumaria
Dimensões: 51 x 80 cm
Preço: R$ 132,00
Dimensões: 40 x 63 cm
Preço: R$ 88,00
Dimensões: 27 x 33 cm
Preço: R$ 44,00
Dimensões: 134 x 96 cm
Dimensões: 51 x 80 cm
Preço: R$ 132,00
Dimensões: 40 x 63 cm
Preço: R$ 88,00
Dimensões: 27 x 33 cm
Preço: R$ 44,00
Saiba mais 1929 – Coty – Revista O Cruzeiro - Influência direta da Semana de 22, uma concepção modernista, em traço de escultura, dá a este anúncio um ar de enigma e mistério. No texto também uma renovação da linguagem, em forma de poema: “Nos jardins dos perfumes de Coty, colhei a flôr do seu enlevo... Discreta, sentimental, amorosa, sensual... para cada uma a suave sensação da primavera florida... num paraiso de crystal”.
A Semana de Arte Moderna de 1922, acontecida no Teatro Municipal de São Paulo em 13, 15 e 17 de fevereiro daquele ano, propunha uma nova forma de produzir e sentir a arte. Fartos de ver o Brasil como mero expectador das manifestações artísticas internacionais, participam do movimento os críticos e literários Oswald de Andrade, Menotti del Picchia e Mário de Andrade, os arquitetos Antonio Moya e George Prsyrembel, os escultores Vítor Brecheret e W. Haerberg e os desenhistas e pintores Anita Malfatti, Di Cavalcanti, John Graz, Martins Ribeiro, Zina Aita, João Fernando de Almeida Prado, Ignácio da Costa Ferreira, Vicente do Rego Monteiro e Di Cavalcanti, idealizador da Semana.
Com a visão da brasilidade como matéria-prima inspiradora das manifestações artísticas nacionais, em 1928 é feito o Manifesto Antropofágico - publicado na Revista Antropofagia - que propunha devorar tudo o que fosse cultura estrangeira encontrada no Brasil, e a partir daí produzir uma nova estética, para consumo interno e exportação.
A idéia do Manifesto surgiu quando Tarsila do Amaral presenteou seu marido Oswald de Andrade com a tela Abaporu (Aba = homem; Poru = que come).
Informações Técnicas O tecido usado em nossas obras - TID - Tecido para Imagem Digital -, é resultado de avançada tecnologia desenvolvida pela indústria têxtil Döhler S.A., de Joinville, Santa Catarina. Em ambiente interno, o TID mantém inalteradas resistência, impermeabilidade, trama e textura por mais de 20 anos. Portanto, não são imagens impressas em papel.